Eu acho que tenho essa ironia, esse deboche sim. É uma autodefesa, porque as pessoas são fogo mesmo. Então a gente tem que jogar um pouco com o deboche, com o cinismo para não se machucar.
"Te quero. Te quero molhado, com o cabelo despenteado, com cara de sono, com sorriso malicioso, com olhar sincero. Te quero sorrindo, bravo, nervoso, emburrado, feliz, chateado, triste. Te quero lindo, te quero feio, te quero desarrumado, te quero perfumado. Te quero na sala, no quarto, na rua, tanto faz. Te quero aqui, te quero acolá. Te quero para transformar eu e você em nós.”
- Tati Bernardi."
"Eu só quero que você entenda que eu não gosto quando você vai embora. Não gosto quando você esconde o que sente. Não gosto quando você não me dá a menor bola. Se eu falo que está tudo bem, quero que você pergunte de novo. E de novo. De vez em quando eu finjo que tudo está numa boa, mas tenho o meu lado fraco. Preciso de colo. De atenção. Se eu estou triste, quero você ao lado. Se eu estou braba, quero você ao lado. Se eu estou num dia bom, quero você ao lado. Se meu dia foi péssimo, quero você ao lado."
É incrível essa necessidade que eu tenho de você. Eu posso passar, o dia todo falando com você. Mais quando você sai, e eu vou dormir. É como se eu precisasse, te ver dormir também. Só para poder ficar mais tempo, com você. Posso parecer ridículo, mais as vezes eu queria ser a sua sombra. Só para não poder, passar um minuto longe de ti. (cartasparaela)
Oi, como você está? Aqui é o seu amor, mesmo que não aceite, ainda seu amor, só seu. Hoje não passa de um dia normal onde cumpro fielmente minha rotina: Me levanto com o pé direito para que talvez possa mudar alguma coisa; pego uma xícara de café e me sento no sofá da sala, então miro qualquer coisa pra dar um espaço pra minha mente pensar no que quiser, e sem querer, ela me mostra você. Não sei o que está fazendo, se quer imagino o que está pensando. Seria em mim? Acredito que não, pois você ao menos tem meu telefone, já perdeu entre os outros há muito tempo, não é mesmo? Caso precise dele, não sei, para conversar um dia, me procura, mas me procura com carinho, não assim de repente.
Como estava dizendo, minha mente mostra você, mas te mostra tão perto, como se fosse o que você também desejasse, entende? Não, não entende, é dramático demais para o seu gênio forte. Saiba que não me interessa saber por onde andas, nem com que meninas comuns andas se encontrando, afinal, elas só são meninas, dessas quaisquer que se encontra facilmente ao seu redor. Você vive rodeado delas, não é mesmo? Engraçado como isso me provoca sensações estranhas, claro que não é ciúme, isso não faz parte do meu jeito paranoico de agir. Jamais. Só estou escrevendo isto para me lembrar de alguns momentinhos que já passaram, não pense que momentinhos os tornam simples, foram grandes momentos, acredite. Não quero nunca que leias este rascunho, só quero te olhar nas ruas e sentir um imenso desprazer em lhe ter tido em meus braços e hoje somente nas recordações. Vou sorrir quando te ver, mas vai ser por educação, mesmo que dentro de mim, as borboletas estejam fazendo festas - fora de momento -, mesmo que eu queira chorar, vou sorrir, pois como você me disse: A vida continua, aconteça o que acontecer.
Meu ciúme é excessivo, e sempre será. Talvez eu não confie no meu taco mesmo, já que há tantas meninas querendo te impressionar o tempo todo. Mas sabe, nunca vou ter coragem de te ver com outra…
muitos dos meus sorrisos ainda são com você em minha mente, muitas das minhas atitudes são com suas restrições em minha mente, ainda pareço bobo ao lembrar do passado, aindo sinto um frio na barriga ao te cumprimentar, ainda sinto uma ansiedade pra te ver todos os dias, eu aindo tenho você em mente, parece que não tenho controle sobre ela… E o que me deixa mais feliz é poder continuar sorrindo ao lembrar e sentir tudo isso…
Pobre de mim, que é tão confusa e ao mesmo tempo tão entusiasmada.Tão sagaz e esperta, mas ao mesmo tempo tão desatenta. Tão magoada e solitária e ao mesmo tempo tão maravilhada e empolgada. Tão confusa e medonha — mas ao mesmo tempo fria e distante. Bianca Stephania (e-n-s-e-j-o-s)
14 anos, paulistana. Sou orgulhosa e muito ciumenta.Não gosto que duvidem de mim, pouco ja me faz feliz, e pouco ja estraga tudo. Gosto de abraços, surpresas, tocar violão, sol, calor, praia, agitação. Minha timidez e meu orgulho já me fizeram perder muita coisa em minha vida, mas mesmo assim parece que eu nunca aprendo.Não gosto de coisas pela metade, não sei NÃO me apegar facilmente e sou indecisa em quase tudo.